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Jogadores vão a condomínio de presidente para cobrar salários atrasados em clube baiano

Atletas do Atlético de Alagoinhas protestaram diante da falta de pagamento e cobraram explicações sobre débitos acumulados

B News
Jogadores vão a condomínio de presidente para cobrar salários atrasados em clube baiano Foto: Reprodução

Jogadores vão a condomínio de presidente para cobrar salários atrasados em clube baiano

Uma crise financeira envolvendo o Atlético de Alagoinhas ganhou novos desdobramentos após jogadores do clube comparecerem ao condomínio onde reside o presidente da equipe para cobrar salários atrasados. O episódio ocorreu nesta segunda-feira (8) e foi registrado em vídeo, que rapidamente passou a circular nas redes sociais.

Segundo informações divulgadas pela imprensa baiana, os atletas decidiram procurar o dirigente diante da falta de solução para os débitos acumulados ao longo dos últimos meses. Nas imagens, é possível ver integrantes do elenco reunidos em frente ao condomínio enquanto tentam obter esclarecimentos sobre os pagamentos pendentes.

Durante a gravação, um dos participantes questiona valores que teriam sido recebidos pelo clube em razão da participação na Série D do Campeonato Brasileiro. A cobrança ocorre em meio à insatisfação dos jogadores, que alegam não ter recebido os salários devidos.

Relatos apontam que o presidente do clube teria reagido de forma ríspida ao ser procurado em sua residência. Segundo as informações divulgadas, ele teria afirmado que os atletas estariam “entrando em problema” ao buscar tratativas sobre os pagamentos fora do ambiente institucional do clube.

Documentos que circulam entre os jogadores indicam que a dívida salarial com o elenco pode se aproximar de R$ 150 mil. A situação agravou o clima de tensão nos bastidores da equipe e aumentou a pressão sobre a diretoria para apresentar uma solução financeira aos atletas.

O caso ganhou ampla repercussão nas redes sociais e chama atenção para os impactos que crises financeiras podem gerar não apenas dentro dos clubes, mas também em ambientes residenciais, quando conflitos extrapolam as estruturas esportivas e chegam a condomínios onde vivem dirigentes e demais envolvidos.

Até o momento, não havia informação sobre um acordo definitivo para regularização dos pagamentos reivindicados pelos atletas.




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