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Cerus destaca medidas preventivas para condomínios enfrentarem mudanças climáticas

Fintech reforça a importância da manutenção preventiva, gestão da água da chuva, infraestrutura sustentável e planejamento financeiro para reduzir riscos climáticos nos condomínios.


Cerus destaca medidas preventivas para condomínios enfrentarem mudanças climáticas Imagem ilustrativa

Cerus ressalta importância de condomínios adotarem medidas preventivas em relação às mudanças climáticas

Fintech defende que gestão da água da chuva, manutenção preventiva e uso de tecnologia financeira ganhem protagonismo na adaptação de condomínios às exigências ambientais e à necessidade de gerir a ocorrência mais frequente de eventos extremos.

Com a intensificação de eventos climáticos extremos no Brasil, como as enchentes recentes em diferentes regiões do país e a perspectiva de um El Niño mais intenso em 2026, que pode alterar padrões de chuva e ampliar riscos de alagamentos e secas, os condomínios estão sendo cada vez mais pressionados a adotar medidas mais robustas de prevenção e adaptação. Esse cenário reforça a importância de integrar sustentabilidade, planejamento urbano e gestão eficiente para reduzir impactos ambientais e financeiros.

Apesar de grandes fundos de investimento com o Black Rock terem retirado as exigências de cumprimento das melhores práticas ambientais, sociais e de governança, o fato é a aplicação das regras ESG é benéfica para todos (investidores, administradores, síndicos e condôminos), não só por questões financeiras, mas pelas consequências devastadoras que a irresponsabilidade ambiental pode trazer para a gestão dos empreendimentos e para a vida das pessoas.

“Para enfrentar este grande desafio, os condomínios podem optar pela adoção de soluções integradas de tecnologia, infraestrutura e planejamento, que podem contribuir para ampliar a resiliência urbana”, afirma Sarah Castro, diretora comercial e de marketing do Cerus.

Entre as frentes mais relevantes está a gestão da água da chuva dentro dos empreendimentos, que pode ser mitigada com a implementação de pavimentos permeáveis, jardins de chuva e telhados verdes.

“Com estas iniciativas, os condomínios conseguem reter e infiltrar parte da água pluvial no próprio lote, reduzindo o volume que segue para o sistema urbano de drenagem. Na prática, isso contribui para aliviar a infraestrutura das cidades e diminuir o risco de alagamentos, especialmente em áreas altamente impermeabilizadas”, explica Sarah.

Segundo o executivo, esse tipo de solução deve ser combinado a um conjunto de providências práticas de prevenção. Entre elas estão a manutenção periódica de calhas, ralos, grelhas e tubulações; a limpeza frequente de áreas de drenagem e caixas de inspeção; a verificação de bombas de recalque e sistemas de escoamento e a revisão de projetos de impermeabilização em áreas comuns, que garantem que o escoamento da água ocorra de forma adequada. São também recomendadas inspeções preventivas em coberturas, fachadas e muros de contenção, especialmente antes de períodos de chuvas intensas e ventos fortes, reduzindo riscos estruturais associados a vendavais.

Outro eixo importante é o planejamento do solo desde as etapas iniciais do projeto. A opção por pavimentos intertravados permitem a infiltração da água entre as juntas, enquanto jardins de chuva funcionam como áreas vegetadas capazes de reter, filtrar e retardar o escoamento da água. Já os telhados verdes ampliam a capacidade de retenção hídrica em empreendimentos com alta ocupação do solo, especialmente quando combinados a outras estratégias de drenagem sustentável.

No que se refere a prevenção contra eventos climáticos extremos, como vendavais, também é fundamental a poda regular de árvores, a fixação adequada de estruturas externas como toldos, placas e coberturas leves, além da revisão de sistemas de ancoragem de portões, grades e equipamentos em áreas abertas.

“Essas medidas reduzem o risco de danos materiais e aumentam a segurança dos moradores”, ressalta Sarah.

Outro aspecto essencial para a sustentabilidade em condomínios está no reaproveitamento da água da chuva para usos não potáveis, como irrigação e limpeza de áreas comuns. Para isso, são necessárias estruturas adequadas, identificação correta das tubulações e manutenção contínua, além da observância de normas técnicas como a ABNT NBR 15.527 e a ABNT NBR 16.783, que orientam o uso seguro de fontes alternativas de água.

“As exigências ambientais e os critérios ESG deixaram de ser uma tendência e passaram a ser uma realidade regulatória e de mercado para os condomínios. O descumprimento dessas práticas pode gerar não apenas riscos operacionais, mas também impactos financeiros relevantes e perda de valor do empreendimento”, enfatiza o executivo do Cerus.

Segundo ele (a), a fintech pode atuar como um suporte estratégico para evitar falhas de gestão e, quando elas ocorrem, ajudar na reorganização financeira do condomínio.

“Muitos síndicos não deixam de cumprir exigências por falta de vontade, mas por ausência de previsibilidade orçamentária e ferramentas de controle. É justamente aí que a tecnologia entra, viabilizando um melhor planejamentos dos investimentos, priorização de ações corretivas e diminuição do risco de decisões reativas que custam mais caro no futuro”, aponta Sarah.

Ele acrescenta que, mesmo em situações de não conformidade ou necessidade de adequação rápida, a plataforma pode apoiar o reequilíbrio financeiro.

“Quando um condomínio precisa se adequar a uma exigência ambiental já em andamento, é fundamental ter visibilidade clara do caixa, dos compromissos futuros e das prioridades. A inteligência de dados ajuda a reorganizar essas decisões de forma mais eficiente e sustentável”, completa Macedo.

É nesse cenário que o Cerus pode contribuir ao apoiar síndicos e administradoras na estruturação de uma gestão mais eficiente e orientada por dados, o que inclui maior controle de custos e melhor planejamento de investimentos em infraestrutura preventiva e soluções sustentáveis. Ao integrar inteligência financeira à rotina condominial, a empresa ajuda a dar previsibilidade aos recursos necessários para ações de manutenção, modernização e adequação às exigências ESG.

Além disso, ao organizar e melhorar a previsibilidade financeira no local, a tecnologia facilita a identificação de prioridades de investimento em infraestrutura verde, manutenção preventiva e melhorias estruturais.

“Isso contribui para que práticas sustentáveis e de prevenção a riscos climáticos deixem de ser ações pontuais e passem a fazer parte de uma estratégia contínua de gestão”, destaca Sarah.

Deste modo, a sustentabilidade dos condomínios deixa de ser apenas uma diretriz ambiental e passa a ser também um desafio de governança, segurança e eficiência financeira.

“A integração entre tecnologia, planejamento e gestão inteligente se torna, portanto, um dos principais caminhos para alinhar os empreendimentos às exigências ESG e às demandas crescentes por resiliência climática nas cidades”, conclui o executivo do Cerus.

Sobre o Cerus

Fundado em 2020, o Cerus se destaca por fornecer soluções financeiras que garantem tranquilidade aos condomínios em todo o Brasil, promovendo a valorização de seus patrimônios. A instituição é respaldada por um fundo de investimento que garante mais de R$ 720 milhões em recorrência em todo o Brasil, acumulando em todo período mais R$ 2 bilhões em taxas garantidas. Entre os diferenciais estão transparência nas condições contratuais, setor dedicado de Sucesso do Cliente e tecnologia própria de operação.

Mais informações

Clezia Martins Gomescleziagomes@gmail.com – Cel.: (11) 99112-6942

Ana Rosadoanacristinarosado@gmail.com – Cel.: (21) 98681-6203




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