PMCE apreende 13 kg de cocaína e quase 500 munições em condomínio de Fortaleza
Operação policial no bairro Paupina resulta na localização de entorpecentes, balanças de precisão e dezenas de munições em apartamento, após denúncia de tráfico no local
Foto: Reprodução Uma operação da Polícia Militar do Ceará (PMCE) culminou na apreensão de uma grande quantidade de drogas e munições em um condomínio residencial no bairro Paupina, em Fortaleza (CE), na noite desta terça-feira (14). As informações foram divulgadas pela própria corporação no portal oficial do Governo do Estado.
Segundo o relato da PMCE, policiais do 1º Batalhão de Polícia de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (1º BPRAIO) foram informados por populares sobre a presença de indivíduos armados realizando **comercialização de entorpecentes em frente ao Condomínio Jorge Amado — o que motivou o deslocamento imediato da equipe.
Na chegada ao local, ao menos quatro suspeitos fugiram pelos blocos do condomínio, dificultando as abordagens. Mesmo assim, durante as diligências realizadas no interior do prédio, os policiais localizaram em um apartamento 13 kg de cocaína, cinco balanças de precisão e 486 munições de diversos calibres — entre eles .40, 9 mm, 5.56, calibre 12, .38 e .380 — algumas já deflagradas.
Diante da gravidade da apreensão, todo o material foi recolhido e encaminhado ao 30º Distrito Policial de Fortaleza, onde foram registrados os procedimentos legais cabíveis e será aberto inquérito para investigação. Até o momento, nenhum dos suspeitos que fugiram foi detido.
O caso expõe uma preocupa ção crescente com a atuação de grupos criminosos dentro de áreas residenciais e ressalta a importância da colaboração da comunidade com as forças de segurança. Moradores que presenciam atividades suspeitas são incentivados a denunciar através do Disque-Denúncia 181, do WhatsApp (85) 3101-0181 ou pelo site oficial do serviço.
Especialistas em segurança condominial e políticas públicas de combate ao crime destacam que a presença de entorpecentes e armamentos em empreendimentos residenciais não só representa um risco direto à segurança dos moradores, mas também evidencia a necessidade de reforço nos mecanismos de vigilância, integração com a polícia e protocolos internos para prevenir o uso indevido de espaços coletivos.


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