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Preço dos imóveis residenciais sobe 0,93% em fevereiro e acumula alta de 1,97% em 12 meses

Valorização moderada do mercado imobiliário reflete cenário de estabilidade com pressão de custos e juros elevados

A Gazeta
Preço dos imóveis residenciais sobe 0,93% em fevereiro e acumula alta de 1,97% em 12 meses Imagem ilustrativa

O mercado imobiliário brasileiro segue em trajetória de valorização moderada em 2026. Dados recentes indicam que os preços dos imóveis residenciais registraram alta de 0,93% em fevereiro, acumulando avanço de 1,97% nos últimos 12 meses.

O movimento demonstra um cenário de estabilidade, mesmo diante de fatores que ainda pressionam o setor, como os juros elevados e o custo do crédito imobiliário.

Crescimento gradual e consistente

A elevação dos preços, embora moderada, indica uma recuperação gradual do mercado, sustentada principalmente pela demanda contínua por moradia e pela limitação da oferta em determinadas regiões.

Especialistas apontam que o setor tem conseguido manter um ritmo de crescimento mesmo em um ambiente econômico desafiador, o que reforça a resiliência do mercado imobiliário.

Impacto dos juros e do crédito

Apesar da valorização, o acesso ao financiamento segue sendo um dos principais obstáculos para a expansão mais acelerada do setor. As taxas de juros ainda elevadas encarecem o crédito, reduzindo o poder de compra de parte dos consumidores.

Esse cenário contribui para um crescimento mais cauteloso, com compradores mais seletivos e negociações mais equilibradas.

Influência no setor condominial

Para condomínios, a valorização dos imóveis impacta diretamente o patrimônio dos proprietários, além de influenciar decisões de investimento, compra e venda de unidades.

Empreendimentos bem localizados e com boa gestão tendem a se destacar ainda mais nesse contexto, atraindo compradores e investidores.

Perspectivas para o mercado

A expectativa é que o mercado imobiliário mantenha uma trajetória de crescimento gradual ao longo de 2026, acompanhando possíveis mudanças no cenário econômico, como redução de juros e ampliação do crédito.

Enquanto isso, o setor segue atento aos indicadores e às condições macroeconômicas, que continuam sendo determinantes para o desempenho dos preços e da demanda por imóveis no país.

O cenário reforça a importância de planejamento e estratégia tanto para investidores quanto para gestores condominiais, diante de um mercado em constante adaptação.




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