Cão abandonado ataca porteiro e gera medo em moradores de condomínio em Sumaré (SP)
Animal solto há cerca de 15 dias já atacou moradores e porteiro, que ficou ferido ao tentar proteger adolescentes no interior de São Paulo
Cão abandonado ataca porteiro e moradores ficam com medo de sair de condomínio Um cão abandonado tem causado preocupação e medo entre moradores de um condomínio localizado na Rua Luís Ventriche, no bairro Parque Bandeirantes II, em Sumaré, após episódios de ataques registrados nas proximidades do residencial.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa local, o animal está solto na calçada do condomínio há cerca de 15 dias e tem avançado contra pessoas que circulam pela região.
O caso ganhou maior gravidade após o porteiro do condomínio, identificado como Eliezer Nunes Farias, ser mordido na mão ao tentar proteger duas adolescentes que estavam sendo atacadas pelo cão. Ele precisou de atendimento médico em uma unidade de saúde e se recupera em casa.
Diante da situação, moradores relatam medo constante e passaram a evitar sair ou entrar no condomínio a pé, especialmente em horários de menor movimento.
A síndica do residencial informou que já recebeu diversas reclamações e registrou boletim de ocorrência, além de acionar a Secretaria de Bem-Estar Animal do município para que o animal seja recolhido, vacinado, castrado e encaminhado para adoção responsável.
Em nota, a Prefeitura de Sumaré informou que não havia registro prévio de denúncia sobre o caso. Já a Vigilância em Zoonoses esclareceu que o recolhimento de animais ocorre apenas em situações específicas, como suspeita de raiva, quando o animal passa por período de observação.
O episódio reforça a importância da atuação conjunta entre poder público e gestão condominial para lidar com riscos externos que impactam diretamente a segurança dos moradores e trabalhadores.
Especialistas em gestão condominial alertam que situações envolvendo animais soltos exigem respostas rápidas, com acionamento de órgãos competentes e adoção de medidas preventivas para evitar novos incidentes.
O caso também reacende o debate sobre responsabilidade no abandono de animais e seus reflexos na segurança urbana e condominial.


COMENTÁRIOS