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Advogado agride mulher em condomínio e deixa rastro de sangue

João Neto, advogado com mais de 2 milhões de seguidores nas redes sociais, foi preso em flagrante após suposta agressão dentro de condomínio na Jatiúca; imagens chocaram moradores

Metrópoles
Advogado agride mulher em condomínio e deixa rastro de sangue Foto: Reprodução

Um vídeo chocante capturado por câmeras de segurança de um condomínio de alto padrão no bairro da Jatiúca, em Maceió (AL), mostra uma mulher saindo ensanguentada do apartamento do advogado João Neto, conhecido nas redes sociais por seus posicionamentos polêmicos e que acumula mais de 2 milhões de seguidores.

As imagens registradas no sétimo andar do prédio mostram a vítima com o rosto coberto de sangue, chorando e visivelmente abalada. Ela permanece por instantes parada em frente à porta do apartamento enquanto o sangue pinga no chão. Em seguida, se desloca para uma parede próxima, onde se agacha.

O advogado aparece logo depois, tentando conter o sangramento com um pano no pescoço da mulher, que, ainda chorando, tenta se esquivar dos gestos dele. Em outro trecho do vídeo, o homem leva o pano até a boca da vítima. Uma terceira pessoa também aparece saindo do imóvel com a bolsa da mulher.

Segundo informações da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit), a polícia foi acionada por moradores que ouviram gritos e sons de agressão. A vítima foi encaminhada ao hospital, onde recebeu atendimento médico.

João Neto foi detido nas imediações da unidade hospitalar enquanto circulava de motocicleta. Ele foi levado à Central de Flagrantes, onde permanece detido. A mulher também esteve na delegacia para registrar o boletim de ocorrência.

O episódio gerou revolta entre moradores do condomínio e nas redes sociais, levantando questionamentos sobre a responsabilidade das administrações prediais diante de episódios de violência doméstica ocorridos dentro das unidades.

Especialistas alertam para a importância de políticas claras de enfrentamento à violência dentro dos condomínios, além de treinamento para funcionários e protocolos que garantam suporte e proteção imediata às vítimas.

Em tempos onde a segurança predial é frequentemente associada apenas a crimes patrimoniais, o caso serve como um alerta sobre a necessidade de incluir a violência doméstica na pauta de prevenção condominial.








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