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Casal que morreu após queda de 9º andar em condomínio tinha histórico de surtos, diz advogado

Casal que morreu após queda de 9º andar em condomínio tinha histórico de surtos, diz advogado

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Casal que morreu após queda de 9º andar em condomínio tinha histórico de surtos, diz advogado Foto: Reprodução

Uma tragédia registrada em um condomínio na Zona Sul de Aracaju terminou com a morte de um casal após a queda do 9º andar do edifício, em um caso que envolve violência, histórico de surtos e investigação policial.

As vítimas foram identificadas como Anne Jaqueline Costa Santos Matos, de 44 anos, e Washington Luis da Silva Matos, de 54, que viviam juntos há cerca de 20 anos. Segundo informações divulgadas pelo advogado da família, o casal apresentava histórico de problemas de saúde mental, incluindo episódios de alucinações e depressão.

De acordo com o relato, familiares já haviam buscado acompanhamento médico, com atendimento psiquiátrico e psicológico, diante dos episódios recorrentes de instabilidade.

O caso ganhou contornos ainda mais graves após a confirmação de que o casal já tinha histórico de conflitos. Eles moravam no condomínio desde outubro de 2025 e, horas antes da tragédia, uma moradora chegou a registrar boletim de ocorrência relatando ameaças feitas por Washington.

Segundo a Polícia Civil, a situação evoluiu para uma discussão intensa dentro do condomínio. Durante o episódio, vizinhos que tentaram intervir foram atacados com golpes de arma branca. Pelo menos três pessoas ficaram feridas — duas delas com lesões mais graves, sendo socorridas por equipes do Samu.

Na sequência, ainda conforme as investigações iniciais, o casal caiu do 9º andar do prédio. Testemunhas relataram que o homem teria jogado a companheira antes de tirar a própria vida, hipótese que segue sendo apurada pelas autoridades.

O caso evidencia os riscos de situações de conflito em ambientes condominiais, especialmente quando há histórico de violência e questões de saúde mental não controladas. Especialistas apontam que síndicos e moradores devem estar atentos a sinais de comportamento agressivo e buscar apoio das autoridades sempre que necessário.

A tragédia reforça a importância de medidas preventivas, protocolos de segurança e atenção à convivência coletiva dentro dos condomínios, ambientes que exigem responsabilidade compartilhada para garantir a integridade de todos os moradores.




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