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Responsáveis por depósito de vacas mortas alegam desconhecer ilegalidade no Paraná

Proprietários afirmam não saber que prática era proibida, mas seguem autuados por crime ambiental após denúncia próxima a condomínio

G1
Responsáveis por depósito de vacas mortas alegam desconhecer ilegalidade no Paraná Moradores sentem cheiro forte, e fiscalização acha 'depósito' de vacas mortas e 'lago de estrume' — Foto: Polícia Civil

O caso do depósito de vacas mortas e de um lago de estrume localizado próximo a um condomínio no Paraná ganhou um novo desdobramento. Os responsáveis pela propriedade afirmaram às autoridades que não tinham conhecimento de que a prática era ilegal.

A situação veio à tona após denúncias de moradores da região, que relataram forte mau cheiro e possíveis riscos à saúde. Durante fiscalização, foram encontradas carcaças de animais em decomposição a céu aberto, além de acúmulo de dejetos sem qualquer tipo de tratamento adequado.

Mesmo com a alegação de desconhecimento, os responsáveis foram autuados por crime ambiental. De acordo com a legislação brasileira, o descarte irregular de resíduos orgânicos e a manutenção de áreas contaminantes sem controle configuram infração, independentemente da intenção ou do conhecimento prévio.

As autoridades também destacaram que práticas como essas podem causar contaminação do solo e da água, além de favorecer a proliferação de doenças, impactando diretamente moradores de áreas próximas, incluindo condomínios residenciais.

Responsabilidade ambiental não é opcional

Especialistas reforçam que o desconhecimento da lei não isenta o responsável de penalidades, principalmente em casos que envolvem riscos à saúde pública e ao meio ambiente.

O caso segue em apuração, e os envolvidos podem ser obrigados a adotar medidas corretivas, além de arcar com multas e outras sanções previstas na legislação ambiental.

Alerta para condomínios

O episódio reforça a importância da atenção ao entorno dos empreendimentos. Situações como odores fortes, descarte irregular ou atividades suspeitas devem ser comunicadas às autoridades competentes.

A atuação dos moradores foi essencial para a identificação do problema, evidenciando o papel ativo da coletividade na preservação da saúde, do meio ambiente e da qualidade de vida em condomínios.




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