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Energia solar avança em condomínios de Pernambuco e reduz custos operacionais

Adoção de sistemas fotovoltaicos cresce no estado e alia economia financeira à sustentabilidade ambiental

G1
Energia solar avança em condomínios de Pernambuco e reduz custos operacionais Imagem ilustrativa

Sustentabilidade e Economia: Energia Solar Ganha Força em Condomínios de Pernambuco

A adoção de painéis fotovoltaicos tem crescido em empresas e residências, aliviando o bolso dos consumidores e reduzindo impactos ambientais.

Cenas de placas solares instaladas sobre telhados e estruturas de estacionamento estão se tornando cada vez mais comuns na paisagem urbana. Mais do que uma tendência estética, a energia solar representa um marco na geração de eletricidade no Brasil, consolidando-se como uma alternativa limpa e financeiramente vantajosa em relação ao modelo tradicional.

O Crescimento em Números

A matriz energética brasileira já sente o impacto dessa transição. Atualmente, a energia solar responde por 22,2% de toda a matriz do país, com cerca de 3,6 milhões de instalações.

Pernambuco destaca-se nesse cenário, ocupando a segunda colocação na região Nordeste. Entre janeiro e novembro de 2025, o estado registrou um crescimento de 38,4% no número de sistemas solares, totalizando mais de 109 mil conexões que atendem cerca de 200 mil unidades consumidoras.

Como Funciona o Sistema

A tecnologia avançou para permitir autonomia e segurança aos usuários. Igor Ferreira, especialista em energia solar, explica que o processo é totalmente automatizado:

"O sistema trabalha sozinho. Ele gera energia nas placas, converte pelo equipamento e injeta na rede. Em sistemas híbridos, como o deste edifício em Caruaru, utilizamos baterias. A energia é armazenada e, em caso de queda no fornecimento da concessionária, as baterias assumem a carga do prédio."

Economia que Faz a Diferença

Para os condomínios, o principal atrativo é a redução drástica nos custos operacionais. José Valério, síndico de um condomínio no bairro Kennedy, em Caruaru, relata uma economia de 66% na conta de luz em comparação a janeiro do ano anterior.

  • Destino da Energia: A produção é voltada principalmente para as áreas comuns, como casas de bombas, filtros de piscina e iluminação.
  • Reinvestimento: Com a folga no orçamento, o condomínio consegue direcionar recursos para outras prioridades e melhorias estruturais.
  • Multifuncionalidade: Em muitos casos, as próprias estruturas que sustentam as placas no solo servem como garagens cobertas para veículos e motocicletas.

A migração para a "energia limpa" reafirma o compromisso com a sustentabilidade, aliando a preservação do meio ambiente a uma gestão financeira mais eficiente para moradores e empresas.




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