Prédio que afundou em itajaí (SC) será demolido em etapas após risco de colapso
Estrutura foi interditada após ceder até 40 centímetros e decisão prevê demolição gradual por questões de segurança
Prédio que afundou e foi abandonado às pressas em Itajaí será demolido em etapasFoto: Divulgação/ND Mais O prédio que sofreu afundamento estrutural em Itajaí será demolido em etapas, conforme definição das autoridades locais, após a constatação de risco elevado de desabamento.
A edificação, de quatro andares, apresentou rebaixamento significativo, chegando a cerca de 30 a 40 centímetros, o que comprometeu sua estabilidade e levou à evacuação imediata dos moradores.
Diante do cenário, a Defesa Civil interditou totalmente o imóvel e isolou a área ao redor, incluindo construções vizinhas, como medida preventiva para evitar acidentes.
A decisão pela demolição gradual foi adotada por questões técnicas e de segurança, já que o comprometimento da estrutura impede uma intervenção rápida e exige procedimentos controlados para evitar novos danos ou colapsos durante o processo.
O imóvel abrigava diversas famílias, que tiveram que deixar o local às pressas, muitas vezes sem conseguir retirar seus pertences.
As causas do afundamento ainda estão sendo investigadas, mas há indícios de problemas estruturais relacionados à fundação, possivelmente agravados por fatores como movimentação do solo ou falhas ao longo do tempo.
Especialistas destacam que situações como essa reforçam a importância da manutenção predial periódica, especialmente em edificações multifamiliares, onde falhas estruturais podem colocar em risco dezenas de moradores.
Além disso, o caso levanta alerta para síndicos e administradoras sobre a necessidade de inspeções técnicas regulares e acompanhamento profissional qualificado para identificar sinais precoces de comprometimento estrutural.
A demolição em etapas deve seguir planejamento técnico rigoroso e será acompanhada por equipes de engenharia e órgãos públicos, com o objetivo de garantir a segurança da área e evitar impactos nas construções vizinhas.
O caso segue sendo monitorado pelas autoridades, enquanto moradores aguardam soluções e esclarecimentos sobre responsabilidades e eventuais medidas futuras.


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