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Moradores de condomínio na zona leste de SP cobram construtora por problemas estruturais graves

Residentes de condomínio em São Mateus relatam infiltrações, alagamentos e piso afundando, mesmo após mais de 136 chamados à construtora responsável

R7
Moradores de condomínio na zona leste de SP cobram construtora por problemas estruturais graves Foto: Reprodução

Moradores de condomínio na Zona Leste de SP cobram construtora por problemas estruturais graves

Um condomínio residencial localizado no bairro São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, tem enfrentado uma série de problemas estruturais que afetam diretamente a qualidade de vida dos moradores e a segurança das unidades habitacionais. Relatos de infiltrações persistentes, vazamentos e falhas no sistema hidráulico fizeram com que os residentes registrassem mais de 136 chamados junto à construtora responsável pelo empreendimento, sem que soluções definitivas fossem apresentadas.

Segundo os moradores, problemas como o rompimento de um cano da caixa d’água causaram inundações nos apartamentos, enquanto infiltrações nas garagens e áreas comuns resultaram no afundamento do piso em algumas regiões. O clima de insatisfação se intensifica na medida em que, mesmo após inúmeras notificações desde o início deste ano, muitas das falhas continuam sem correção definitiva.

A subsíndica do condomínio, Renata, assumiu recentemente a gestão dos conflitos e tem se encontrado com desafios diários relacionados à água e umidade excessiva. Moradores relataram ainda alga mentos frequentes nos andares superiores, onde partes do teto chegaram a desabar devido ao acúmulo de água, além de infiltrações no estacionamento subterrâneo, agravadas pela má inclinação do terreno que compromete a drenagem dos ralos instalados ao lado dos blocos.

Dentro das unidades habitacionais, a umidade tem causado a formação de mofo nas paredes, com relatos de móveis e bens danificados pelos fungos decorrentes da umidade constante. Esses fatores não apenas representam um prejuízo material para os moradores, mas também levantam preocupações de saúde pública e riscos estruturais que não podem ser negligenciados.

A construtora responsável pelo complexo, que abriga cerca de 460 apartamentos, afirmou estar ciente dos incidentes registrados e disse que está trabalhando em medidas corretivas em conjunto com os proprietários afetados. Segundo a empresa, as ações de reparo e ajustes estruturais estão planejadas e podem ser concluídas em 45 a 60 dias.

Sob a ótica da gestão condominial, casos como esse evidenciam a importância de documentação formalizada, comunicação clara com a construtora e atuação preventiva por parte dos gestores de condomínio. A falta de resposta rápida a problemas estruturais compromete a confiança dos moradores e pode, em última instância, abrir caminhos para disputas legais e necessidade de laudos técnicos e intervenções de engenheiros especializados.

Essa situação na Zona Leste de São Paulo reforça o alerta para que construtoras e incorporadoras responda m com eficiência às obrigações de garantia das edificações, principalmente quando falhas estruturais ameaçam a segurança, geram danos patrimoniais e impactam diretamente a convivência dos moradores. 




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