Criança é flagrada do lado de fora de sacada em edifício em Goiânia
Imagens que circulam entre vizinhos mostram criança caminhando pela borda da sacada, reacendendo debate sobre segurança infantil em prédios
Imagem Reprodução Uma criança foi flagrada caminhando pela parte externa da sacada de um apartamento em um edifício localizado no Setor Alto da Glória, em Goiânia, em imagens que rapidamente ganharam repercussão entre vizinhos e moradores da região.
Os registros — que circulam em redes sociais e grupos de moradores — mostram a criança deslocando-se pela borda da sacada por alguns instantes, em uma cena que gerou apreensão devido ao risco evidente de queda em altura considerável.
Moradores relataram que a movimentação foi percebida à distância, provocando temor imediato entre quem presenciou o episódio. A situação expôs, mais uma vez, a fragilidade de proteções físicas em áreas elevadas de apartamentos e a urgência na adoção de medidas eficazes para preservar a segurança de crianças e adolescentes em ambientes residenciais.
Especialistas em segurança residencial e direito condominial apontam que a prevenção de acidentes começa com a instalação de redes de proteção, grades ou barreiras físicas adequadas em sacadas, varandas e janelas de prédios, especialmente em unidades habitadas por famílias com crianças pequenas. Além disso, recomendam a adoção de travas em portas e janelas de acesso a essas áreas e a vigilância constante por parte dos responsáveis, reduzindo substancialmente a possibilidade de incidentes graves.
Síndicos e gestores de condomínios também são orientados a promover campanhas educativas e fiscalizações regulares para verificar a conformidade de dispositivos de segurança. Tais ações, além de fomentar a cultura de prevenção, cumprem papel relevante na gestão condominial ao resguardar a integridade física de moradores e visitantes.
O caso registrado em Goiânia reacende debates já em curso sobre a necessidade de ampliamento de normas e práticas de segurança em edificações residenciais, bem como da responsabilidade dos responsáveis legais por adotar e fiscalizar essas medidas.

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