Síndico e filho são presos após confissão na morte de corretora em Caldas Novas

Polícia Civil divulgou imagens da prisão e das buscas pelo corpo de Daiane, encontrado em área de mata às margens da GO-213

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Síndico e filho são presos após confissão na morte de corretora em Caldas Novas Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Goiás divulgou imagens do momento exato da prisão de Cléber Rosa de Oliveira, síndico do prédio onde a família da corretora Daiane possuía apartamentos, e de seu filho, Maykon Douglas de Oliveira. A ação ocorreu na manhã desta quarta-feira (28) e marcou o desfecho de uma investigação que se estendeu por mais de um mês, após o desaparecimento repentino da vítima.

De acordo com a Polícia Civil, diversos agentes entraram no condomínio residencial e cumpriram mandados nas residências dos suspeitos, que foram conduzidos sob custódia. As imagens divulgadas mostram a mobilização policial dentro do conjunto habitacional e a retirada dos investigados do local.

Durante a operação, o síndico foi levado pelos policiais até o ponto onde ocorreram as buscas pelo corpo de Daiane. Segundo a corporação, ele confessou a autoria do crime e acompanhou os agentes até a região da GO-213, onde foram registradas imagens do suspeito sendo conduzido por dois policiais ao longo da rodovia.

O corpo da corretora de imóveis foi localizado em uma área de mata, ainda no município de Caldas Novas, às margens da estrada. A operação contou com grande aparato policial, incluindo viaturas em solo e o apoio de um helicóptero, que registrou imagens aéreas do local onde teria ocorrido a desova do corpo.

A Polícia Civil também divulgou imagens das buscas, evidenciando a complexidade da operação e a extensão da área isolada para os trabalhos investigativos. O Instituto Médico Legal (IML) ficará responsável pela realização das perícias necessárias para identificar a causa da morte da vítima.






O caso segue sob investigação para o esclarecimento completo das circunstâncias do crime, eventuais participações e responsabilidades adicionais. O episódio gera forte repercussão no setor condominial e reacende o debate sobre limites de atuação, abuso de poder e riscos institucionais na gestão de condomínios residenciais, especialmente quando conflitos extrapolam o âmbito administrativo e atingem a esfera criminal.







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