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Elevador despenca em prédio no Recife e relembra acidente grave com queda de nove andares

Novo caso deixa mulher ferida e reacende alerta após episódio anterior com gestante e idosa no mesmo local

Terra
Elevador despenca em prédio no Recife e relembra acidente grave com queda de nove andares Outro acidente foi registrado no mesmo elevador em março.

Um novo acidente com elevador em um prédio no Recife deixou uma mulher ferida e reacendeu o alerta sobre a segurança em condomínios. O caso chama ainda mais atenção por ocorrer no mesmo local onde, semanas antes, já havia sido registrado um episódio grave envolvendo múltiplas vítimas.


O acidente mais recente ocorreu quando o elevador apresentou falha e despencou, resultando em ferimentos e mobilização de equipes de atendimento. A ocorrência trouxe à tona um histórico preocupante de problemas no equipamento.


No último dia 4 de março, outro incidente no mesmo prédio já havia deixado vítimas. Na ocasião, uma mulher grávida e uma idosa estavam entre os feridos após uma queda ainda mais grave do elevador.


Segundo relatos, o problema começou quando o equipamento parou no 9º andar. Ao tentar seguir até o 11º, o elevador teria perdido força e passou a despencar, caindo por nove andares até o térreo.


O gestor de marketing Gabriel Teles, que estava na cabine no momento, descreveu o desespero vivido pelos passageiros. Inicialmente, os ocupantes acreditaram que se tratava de um acionamento do sistema de emergência.


“Eu entrei no elevador no 7º andar e já demonstrava um desnivelamento do andar com o vagão. Quando chegou no 9º, as quatro senhoras, inclusive a senhora que estava cirurgiada, entraram. O vagão tentou pegar força para ir até o 11º, só que, no 10º, ele nem fechou a porta, ficou a porta do elevador aberta e ele começou a despencar”, relatou.

O histórico de falhas levanta questionamentos sobre a manutenção e a segurança do equipamento, além da responsabilidade da gestão condominial na prevenção de acidentes.


Especialistas reforçam que elevadores exigem inspeções periódicas, manutenção rigorosa e atuação imediata diante de qualquer sinal de irregularidade, como desnivelamento, travamentos ou ruídos incomuns.


O caso reforça o alerta para síndicos e administradores sobre a importância de contratos ativos com empresas especializadas, além do cumprimento das normas técnicas de segurança.

As causas dos acidentes devem ser apuradas, e o episódio evidencia os riscos associados à negligência na manutenção, que pode resultar em situações graves e colocar vidas em perigo dentro dos condomínios.




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